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No dia 26 de maio ocorreu o 42º Grande Prêmio Poli-NSK de Carrinhos de Rolimã. A corrida, aberta a estudantes universitários e convidados, teve 67 baterias com 168 carros participantes.
Os três primeiros colocados foram: 1º) Paulo Ciampa; 2º) Alexandre Zavataro; e 3º) Caio Marins. Há uma bateria só para meninas e outra para alegorias, na qual o que importa é aparecer.
A prova é disputada duas vezes por ano no câmpus da Universidade de São Paulo (USP), na Rua Matão, ladeira ideal pela inclinação, curvas e pelo retão onde os carrinhos chegam a cerca de 60 km/h. |
Para se inscrever os participantes pagam R$ 25 de taxa, que dá direito à camiseta e aos quatro rolamentos-padrão para competir . Todo carro passa por uma inspeção antes da corrida. O peso máximo é bem alto, 35 quilos. Já o comprimento não pode exceder 1,5 metro e a largura, 1 m. Nada de pilotar deitado ou de bruços: o encosto é obrigatório e não pode ter menos de 60 graus de inclinação. Freios também são lei.
Os rolamentos precisam ser os fornecidos no kit da patrocinadora, a NSK: ´Eles têm 8,9 cm de diâmetro e 2,4 cm de largura´, afirma o quartanista de Mecatrônica, Daniel Soliani. Apesar dessas regras, os estudantes criam carros muito diferentes. Por segurança, capacete, luvas e calça jeans comprida são obrigatórios.
Corrida levada a sério
O vencedor desta edição, Paulo Ciampa, competiu pela primeira vez na 32ª edição do GP. Naquela prova seu carro já tinha sistema de amortecimento.
Mas foi a partir do 37º GP que seu rolimã virou quase um bicho-papão dos GPs da Poli: ´De lá para cá ele ganhou formas aerodinâmicas e suspensões com braços de aço. Já era bem parecido com esse atual (ao lado)´, afirma Ciampa. Com ele, venceu também a 40ª edição.
´Fiz simulações em computador para construí-lo´, afirma Ciampa, que deve participar da próxima edição (provavelmente em outubro ou novembro). No site, é possível baixar o regulamento para construção dos carrinhos
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